sexta-feira, 1 de junho de 2007

2 o'clock

A madrugada fria como nunca antes. Eu triste como sempre. O vento entrando sem piedade para secar as lágrimas. Ao longe um despertador qualquer avisa que é hora de ir. Só acorda o gato, sorrateiro. Vem miar, o pulguento. Se eu ao menos compreendesse... O gato, o cachorro, o cavalo e o galinha.

1 o'clock

Assim, de repente, estamos nós a nos olhar como se fosse a primeira vez na vida. Não é. Já deu errado uma vez. Duas, três, quatro. Mil! O interesse retorna com um ponta de masoquismo que antes eu desconhecia em mim. Não tem problema. Tem, sim. Devil's water e pó de pirimpimpim. Aqui estamos novamente, rumo a lugar nenhum. Versão 2.0: tudo muito mais rápido e sem muita explicação. O único cavalo é você. Seu grosso! E começamos outra vez... Tudo diferente e absolutamente igual. Inacreditável! Banco de couro não tem, porque isso é charrete. Movida à muita paciência. Minha paciência. Toda minha. Egoísta! Você que me matar, eu quero morrer. Consenso? Nem assim. Mais um drink e eu vou embora. Andando, sozinha, claro. Chego de carro, acompanhada. De novo... Não tem importância. Ou tem. Será que amanhã o telefone toca?