sexta-feira, 1 de junho de 2007
2 o'clock
A madrugada fria como nunca antes. Eu triste como sempre. O vento entrando sem piedade para secar as lágrimas. Ao longe um despertador qualquer avisa que é hora de ir. Só acorda o gato, sorrateiro. Vem miar, o pulguento. Se eu ao menos compreendesse... O gato, o cachorro, o cavalo e o galinha.
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